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Assim é Goiás
Desenvolvimento em todos os setores,
em todas as áreas, na capital e no interior.
Assim é Goiás. Um Estado que caminha em ritmo
acelerado neste novo milênio. Privilegiado por sua localização
no centro geográfico brasileiro. Goiás despenta como um dos mais promissores
pólos de desenvolvimento da atualidade. Na última década, registra-se
no Estado um crescimento acima da média nacional, revelando sua imensa
potencialidade produtiva, envolvendo os setores da indústria, comércio
e prestação de serviços. Hoje. Goiás possui uma sólida estabilidade
econômica e atrativos físicos e humanos que o colocam em posição privilegiada
no cenário nacional.
Embora sua economia seja formada tradicionalmente pela agropecuária,
uma das mais expressivas do país, é evidente também a versatilidade
do Estado para preparar outras atividades de relevância estratégica,
como novas indústrias de tecnologia de ponta e de turismo, responsáveis
pela geração de milhares de empresas, e o incremento da arrecadação
de tributos, cujos recursos estão destinados a retornar a própria produção,
através de programas de incentivos fiscais e linhas de crédito mantidas
pelo Estado e pela União.
Por essa e outras diversas razões, Goiás está preparado para
se tornar, em futuro breve, num dos principais centros produtivos, distribuidores
e berços do ecoturismo da América Latina.
Considerando o contexto mundial e do Brasil, a realidade de Goiás
e os anseios e necessidade da população goiana, o Estado de Goiás está
consolidando a sua inserção na economia nacional e internacional para
garantir seu crescimento em termos de desenvolvimento econômico, social
e de qualidade de vida.
Para se entender melhor a posição que o Estado ocupa na vida
nacional, pode-se começar a localiza-lo pelo mapa geopolítico do país.
Situado no centro geográfico do Brasil, Goiás está próximo dos seus
maiores centros consumidores, para onde escoa sua produção, obtido com
o trabalho de sua vasta e diversificada mão-de-obra, por suas ferrovias,
rodovias, hidrovias e por suas riquezas naturais. O caminho seguinte
é conhecer o Estado de Goiás em toda a sua extensão. Aqui, as perspectivas
de futuro já se concretizaram no presente. Aqui é o melhor lugar do
mundo.
Com
uma população de 5.003.228 habitantes (em 2000), distribuídos em 246
municípios (16,38% na zona rural e 83,62% na zona urbana), Goiás está
localizado com centro geográfico brasileiro, o que o aproxima dos principais
centros consumidores. Sua área territorial, de 341.289,5 Km, tem grande
parte coberta por rica vegetação de cerrado e jazidas minerais. Suas
terras férteis e elevado índice pluviométrico (1.450 mm/ano) garantem
significativa produtividade agrícola, que faz do Estado um dos principais
produtores de grãos, por exemplo, nas culturas de milho (4,5 t/há, a
maior do país em 2001/2002, conforme dados do IBGE), algodão (2,8 t/há,
a terceira maior) e soja (2,6 t/há em 2001, a quarta nacional).
O Estado de Goiás está colhendo este ano a maior safra de grãos
de sua história. O melhor desempenho é para soja, cuja produção este
ano deverá chegar a 6,2 milhões de toneladas, com o crescimento de 16%
em relação à safra anterior.
Outra boa notícia é quanto o valor bruto da produção, que deve
atingir cerca de R$ 5,5 bilhões. Isso significa maior movimento na economia
do Estado e conseqüentemente uma maior comercialização, o que beneficia
os demais segmentos econômicos.
Uma série de fatores contribuiu para que a produção goiana batesse
recorde na produção nacional de grãos. Inicialmente, as condições climáticas
favoráveis, depois o apoio do governo federal que liberou recursos de
acordo com as necessidades e reivindicações dos produtores e também
o bom preço dos produtos no mercado, fator esse de grande importância,
pois foi a alavanca para maiores investimentos e maiores aplicações
de máquinas no campo.
A introdução e o conhecimento de modernas tecnologias no campo
e os investimentos em pesquisas no ramo agropecuário, fazem o diferencial
na competição pelos mercados.
Goiás é também grande produtor de frango (4,6 milhões, em 2000)
e de suínos (1,2 milhões), egmentos beneficiados por programas de combate
a doenças do Ministério da Agricultura. Desde 2001, integra a zona livre
de peste suína clássica, além de colher os frutos de erradicação de
100% dos focos de doença de newcastle, promovida pelo Plano Nacional
de Sanidade Avícola. A
agropecuária é a segunda atividade econômica mais importante de Goiás
(18% do PIB em 1999), depois da indústria (21,2%). O estado registra
um acelerado processo de industrialização desde a década de 1980, principalmente
com a expansão do setor de alimentos. Sua flora exuberante, as formas
rochosas e o manancial hidrotermal fazem Goiás surgir como um grande
potencial turístico com destaque para Caldas Novas, o maior complexo
hidrotermal do mundo e as cidades às margens do rio Araguaia, um dos
mais extensos, volumosos e piscosos do Brasil. Goiás
Competitivo
O estado de Goiás é o 9º no ranking dos estados mais
competitivos e sua economia já figura entre as dez maiores do país.
Seu Produto Interno Bruto (PIB) é um dos maiores, segundo a Secretaria
de Planejamento. O PIB do Estado totalizou, em 1996, R$ 23,2 bilhões,
sendo que o setor primário participou com 28%, o setor secundário com
12% e o setor de serviços com 60%. Celeiro
exportador de grãos, Goiás é um dos líderes na agropecuária nacional.
O Estado possui todas as condições para viabilizar seu projeto de se
tornar um grande pólo industrial, face à existência de matéria-prima,
além de mão-de-obra e por sua política de implantação de distritos industriais.
Essa política se confirma sobre a atividade mais explorada no Estado,
a agropecuária. Embora já existam inúmeros investimentos na área mineral,
energética e de tecnologia de ponta, a agropecuária é ainda o principal
fator de desenvolvimento, ocupando uma posição de destaque no cenário
econômico estadual. Cerca
de 30% de tudo o que é colhido na região Centro –Oeste e 10% do que
é colhido em todo o país, é produzido no Estado de Goiás. A produtividade
de algumas culturas como milho e soja, chega a superar a de alguns países
de Primeiro Mundo. A
produtividade goiana ganha prestígio graças às técnicas modernas de
cultivo ao solo, com destaque a safra deste ano. A
produção tradicional do estado é: arroz, milho, soja e cana-de-açúcar.
Porém, por possuir grande extensão de solo rico em fertilidade, o solo
goiano permite também o cultivo de algodão, feijão, trigo, mandioca
e os cítricos. Importação
e exportação
Com a criação de um porto seco em seu território, Goiás
garante maior agilidade na importação e exportação. Era o que faltava
para contextualizar o Estado na conjuntura econômica mundial. Com início
de suas operações em 1998, a Estação Aduaneira de Desembaraço no Interior
(Porto Seco) agilizará a liberação de mercadorias para exportação ou
provenientes de outros países. Várias empresas goianas que importam
e exportam produtos estão operando nesta estação. A localização do porto
garante proximidade com as indústrias e facilita o escoamento das exportações,
sem necessidade de realizar o escoamento nos portos de Santos ou do
Espírito Santo. Entre os principais benefícios gerados com o Porto Seco
destacam-se: redução dos custos operacionais; recolhimento dos tributos
no próprio local; agilização na tramitação dos documentos e rapidez
no desembarco aduaneiro; efetivação do câmbio antecipado; maior organização
do comércio exterior em nível regional; ampliação do volume de negócios;
maior rapidez no processo de exportação e importação e armazenamento
de mercadorias em trânsito. Goiás
em ritmo de globalização
Com
um dos maiores potenciais hidrográficos da América do Sul, Goiás não
somente gera e redistribui energia elétrica para outras regiões, como
também coloca no Mercosul, um mercado isento de impostos de 190 milhões
de consumidores, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai,
que já em 1997, segundo o Presidente da Gazeta Mercantil Latino-Americana,
Luis Maria M. Trujilho movimentou cerca de 17 bilhões de dólares- substancial
parte de sua produção agropecuária e industrial.
Caminhos para o desenvolvimento
Localizado
na região central do Brasil, Goiás possui ligação com os principais
centros consumidores do país. Desfrutando de infra-estrutura de transporte
invejável, ele se comunica e escoa suas riquezas através de extensas
rodovias pavimentas, ferrovias e hidrovias.
Através de sua rede ferroviária, a produção
de Goiás chega até a zona portuária brasileira por quatro itinerários
distintos, começando pela ferrovia centro-Leste, uma linha que liga
Mato Grosso ao Espírito Santo, passando pelo Sudeste de Goiás e Triângulo
Mineiro.
O tráfego aéreo de Goiânia, com saídas e chegadas diárias das
principais capitais e cidades brasileiras, é um dos indicadores da explosão
comercial que o estado experimenta, mais recentemente com a chegada
de grupos estrangeiros. Goiás
ligado aos grandes centros pelas Hidrovias
Goiás está ligado ao maior centro comercial do país, São Paulo,
pela Hidrovia Tietê-Paranaíba-Paraná. O escoamento de produtos por meio
de hidrovias trás vantagens econômicas, tal que representa um quinto
do custo por tonelada em relação ao transporte rodoviário e a metade
em relação à rede ferroviária. Conseqüentemente, o Estado de Goiás pode
oferecer preços mais competitivos aos seus produtos frente à concorrência
no Mercosul.
A hidrovia Araguaia-Tocantins, em fase de implantação, ligará
Goiás ao Porto de Itaqui/Ponta da Madeira, em São Luís, no Maranhão.
Estrategicamente situado ao norte do país, o Porto de Itaqui, possui
grande capacidade de calagem, por ser apropriado para operações com
carregamentos de minérios e grãos. Sua viabilização representa uma nova
alternativa comercial para importadores exportadores, pois é o trajeto
mais curto entre o Brasil e as Américas Central e do Norte, a Europa
e os países asiáticos. Avanço
nas Telecomunicações
Goiás, atualmente, é dotado de uma das mais completas redes de
telecomunicações do país, com capacidade e agilidade para conectar sua
empresa a qualquer parte do mundo.
Além de atender a demanda dos 246 municípios goianos, há ainda
514 distritos e povoados atendidos com eficientes sistemas de telecomunicações.
Em três anos da instalação do sistema de telefonia celular, houve
um crescimento de 2000% no número de usuários, entre aparelhos móveis
implantados em 60 localidades, e rurais fixos, que atendem 230 municípios.
Atualmente, o sistema de telecomunicações dispõe de 550.000 linhas
convencionais e 19.000 telefones públicos. Expansões e investimentos
que não cessam demonstram a preocupação do Estado em relação a todos
segmentos da economia e em especial o setor empresarial. Goiás
-centro de mineração do Brasil
Aqui está a 2ª maior mina de ouro do país em exploração. O Estado
é hoje, a 4ª maior província mineral do país e quinto maior produtor
nacional.
Goiás
possui inúmeras jazidas expressivas de diversos minerais, entre as quais,
manganês, ouro, magnetita, calcário, cobre, estanho, zinco, mica quartzo,
além de um dos maiores depósitos mundiais de esmeralda, no município
de Campos Verdes, e o granito, descoberto recentemente no município
de Iporá, cujas prospecções indicam jazidas de elevado porte. Turismo
Através de uma política firmemente voltada para investimentos,
Goiás tem as melhores condições para crescer no ramo turístico.
O Estado é privilegiado por possuir potencial turístico, seja
na ecologia, na cultura, beleza e modernidade da sua capital, Goiânia.
Entre as principais cidades turísticas estão: Caldas Novas, Rio
Quente, Formosa, Corumbá, Cidade de Goiás, Alto Paraíso e mais cerca
de 8 municípios que estão à margem do Lago Serra da Mesa. Isso mostra
que o estado possui infra-estrutura necessária para receber novos investimentos
na comunicação, transporte, mão-de-obra e saneamento. Rio
Araguaia
No contexto econômico de Goiás, o Rio Araguaia merece um destaque
especial, tanto pelo seu potencial turístico, como pela vocação agropecuária
dos municípios que o margeiam. Durante os meses de chuva, suas águas
irrigam as terras ribeirinhas e fornecem material orgânico, fertilizante
natural, que podem ser aproveitados pela pecuária ou agricultura. E
nos meses de seca, centenas de belas praias surgem, dando lugar a um
concorrido espaço de lazer e diversão, além de pesca abundante em seu
leito e nos inúmeros lagos que se formam ao longo de sua extensão. Ecoturismo
-uma fonte de investimentos
Dotado de uma das mais cobiçadas biodiversidades do planeta,
o Estado de Goiás preserva em suas distintas e vastas regiões uma abundante
riqueza de fauna e flora, além de rios de variadas características e
portes. Goiás possui um ecoturismo com características extremamente
peculiares, o que impulsiona esta atividade para um dos mais altos patamares
no PIB local e atrai um crescente número de investidores de outros estados
brasileiros e do exterior. Destacam-se nesse cenário, as águas quentes
de Caldas Novas; as cavernas e grutas de São Domingos, Anicuns, Formosa,
Paraúna e Cocalzinho; as cachoeiras de Jataí; o Parque Nacional da Chapada
dos Veadeiros, no município de Alto Paraíso, próximo à Capital Federal. Goiás
é qualidade de vida
Seja na capital goiana ou no interior, Goiás oferece o suporte
de uma moderna infra-estrutura de serviços e de qualidade de vida para
seus habitantes.
Goiânia foi eleita recentemente por pesquisa como a segunda melhor
cidade brasileira da atualidade para se investir. É oferecida aos seus
habitantes, uma alta qualidade de vida, tanto no aspecto de segurança
quanto na preservação do meio ambiente.
Goiás tem o perfil de um dos maiores centros brasileiros distribuidores
de produtos agropecuários e de diversos outros setores bem estruturados
como o de lazer, que fazem de Goiânia um dos mais novos promissores
centros comerciais do país. No interior é possível viver com a máxima
tranqüilidade e, ao mesmo tempo, com uma perspectiva de futuro diferenciada. Incentivos
para quem produz
O Governo de Goiás desenvolve programas de incentivos aos novos
empreendimentos industriais e parcerias com investidores dos mais diversos
segmentos, trazendo para a região novas tecnologias e desenvolvimento
integrado.
Já foram feitos investimentos de R$ 16 bilhões, com a implantação
de 1.100 indústrias que geraram mais de 130 mil empregos diretos.
É de grande importância esse programa de incentivo financeiro
ao desenvolvimento das empresas, pois representa um subsídio ao capital
de giro necessário para que a empresa cresça.
O investimento consiste em um financiamento de uma parcela do
tributo por um período variável de 5 a 20 anos, com baixas taxas de
juros mensais, sem quaisquer acréscimos de correções. Ecoturismo
Goiás, o Estado mais populoso da região Centro-Oeste, possui
grande potencial para exploração do ecoturismo, pois possui um rico
e diversificado ecossistema com predominância de Cerrado, entremeado
por campos e matas nas áreas de várzeas.
Existem programas federais como ‘Programa Pólos Irradiadores
de Ecoturismo Microrregional’ em parceria com os governos estaduais
e municipais, que tentam incentivar o turismo ecológico.
O programa trabalha com a implantação de centros de atendimento
ao turismo, capacitação da comunidade local em ecoturismo, conscientização
e educação ambiental.
No Estado de Goiás existe um programa chamado Programa Nacional
de Municipalização do Turismo, realizado pela Embratur juntamente com
o Ministério do Meio Ambiente e Ibama, que propõe usar o turismo como
o sustento da economia, da cultura, sociedade e ambiente dos municípios.
O programa prevê um sistema de gestão participativa, envolvendo comunidade
e os setores público e privado. Além deste, existem outros programas ainda em fase de desenvolvimento que objetivam recuperar áreas degradadas, promover o estudo e introdução de lavouras comerciais de plantas medicinais para a comercialização dos produtos no estado. Em
4 anos Goiás receberá investimento privado
Nas últimas décadas, Goiás passou a ser referência para os moradores
das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste por ser fonte de desenvolvimento
econômico com acelerada modernização da produção agrícola, de crescimento
comercial e de incremento da mineração, entre outras atividades da economia.
O estado tem se destacado também como grande gerador de novos
postos de trabalho e tem sido indicado para tratamentos em várias especialidades
médicas, como também a capital se consolida como centro de ensino universitário.
Empreendedores regionais, nacionais e internacionais, têm voltado
sua atenção para as amplas potencialidades que o estado de Goiás oferece.
Todos esses investimentos, seja na indústria, na mineração, na
geração de energia, nas telecomunicações, no comércio ou na prestação
de serviços, contribuem para alimentar o círculo virtuoso do crescimento
econômico. Por esta razão, estima-se que até o ano de 2007, a iniciativa
privada aplique cerca de R$ 10,42 bilhões, tanto em instalação de novos
negócios como também na sua ampliação, visando atende o mercado consumidor
da região e até mesmo das demais regiões do país.
Goiás é um estado atrativo, por se tratar de uma região de potencialidades
econômicas, capaz de oferecer grandes oportunidades e por contar com
a ajuda dos incentivos fiscais oferecidos pelo governo. Investimentos
na Agroindústria
No mês de abril do corrente ano, um grupo de empresários, cujas
empresas atuam na área de confecções, produtos de higiene, alimentos
e combustível, anunciaram investimentos nos próximos seis anos com estimativa
de gerar cerca de 8.340 empregos.
Entre os investimentos anunciados está o grupo paulista Corona,
que pretende instalar no estado de Goiás, três usinas de açúcar e álcool. Também
na agroindústria, cooperativas planejam ampliar investimentos nos negócios
já existentes no estado. A Comigo vai investir R$ 60 milhões em uma
nova planta industrial de esmagamento de soja e ainda na instalação
de um complexo gerador de energia a partir do vapor produzido em caldeiras
aquecidas a lenha de árvores do próprio reflorestamento da Comigo. Perfil
agrícola de Goiás §
Quarto maior produtor de soja do país §
Quarto maior produtor de milho §
10% da produção nacional de grãos e fibras §
10,929 milhões de toneladas na safra 2002/2003 §
6,276 milhões de tonelada de soja em 2003 §
3,319 milhões de tonelada de milho em 2003 §
3,2 milhões de hectares cultivados §
15 milhões de toneladas de grãos ata 2006, com o Programa Celeiro
Novo. §
1.441 tratores de rodas comercializados em 2001 §
1.671 tratores de rodas comercializados em 2002 §
408 colheitadeiras vendidas em 2001 §
562 colheitadeiras vendidas em 2002 §
R$ 554,68 milhões do Moderfrota investidos em 2002 Consistente crescimento no mercado orgânicoExibição mundial Biofach 2003 Aliança
Láctea global contra o Países que se sentem prejudicados pelos subsídios concedidos aos produtores de leite americanos e europeus estão se unido para formar a Aliança Láctea Global. O objetivo é criar uma política comum para reduzir custos e ganhar mercados com preços remuneradores, anunciou o ministro da Agricultura, Pesca e Florestas da Austrália, um dos países que integram a Aliança, Warrem Truss, ao visitar no dia 6 de julho o município de Piracamjuba, maior produtor de leite do Estado, para reconhecer o potencial goiano para o setor. O bloco que está sendo criado é formado por países como Austrália, Argentina, Chile, Uruguai, Brasil e México. O presidente da Federação de Agricultura do Estado de Goiás, Maciel Caixeta, que recebeu os australianos, disse que o Brasil e Austrália já fazem um intercâmbio no setor de pecuária. Uma delegação de produtores goianos esteve recentemente naquele país para reconhecer diferentes sistemas de produção nas áreas de leite e carne. A comitiva liderada pelo ministro da Agricultura australiano visitará várias cidades brasileiras com tradição em pecuária leiteira para conhecer de perto a sanidade e a genética do rebanho nacional. Os australianos também visitarão os outros países da Aliança na América do Sul.
Custos Conforme Maciel Caixeta, os custos australianos para produção de leite são semelhantes aos brasileiros (cerca de US$ 0,13 por litro). “Este é um custo elevado porque o produtor não está ganhando nada com o preço atual do leite”, ressalta o presidente da FAEG. Atualmente, o produtor brasileiro recebe, em média R$ 0,44 pelo litro de leite. O maior preço chega a R$ 0,55. Os europeus recebem, em média, US$ 0,33 por litro. O acordo para formação da Aliança Láctea Global está sendo feita através da Confederação Nacional da Agricultura. O presidente da Faeg acredita que esse acordo possa até melhorar os preços do leite no mercado nacional e internacional. Segundo ele, o Brasil já começou a exportar leite e pode elevar suas exportações em breve. “Mais de 80% de nossa produção já é resfriada na fazenda, o que eleva muito nossa credibilidade no mercado mundial”. Maciel Caixeta acredita que este seja um bom momento para investir em exportações, pois a União Européia e os Estados Unidos não conseguirão manter os subsídios por muito tempo. Entre o ano de 1991 e 2001, a produção goiana de leite cresceu 76,4% e responde por quase 10% do volume total produzido no país, que é de 21 bilhões de litros. Em
Goiás 1,4 milhão deixam de Conforme estimativas da Gerência de Goiânia do Serviço de Arrecadação do INSS, 1,42 milhão de pessoas não contribuem para a Previdência Social, seja porque trabalham informalmente (não querem ou não podem faze-lo) ou porque optam por assegurar suas aposentadorias pagando institutos privados. O número correspondente a aproximadamente 54% da população economicamente ativa do estado que é de 2,6 milhões, conforme números do IBGE. Os contribuintes do INSS em Goiás somam 55% do total de não contribuintes estimados no Estado. Hoje, quem deseja se aposentar no futuro tem de contribuir. O Governo Federal concede aos maiores de 70 anos, sem condições de se manter financeiramente, apenas uma renda mensal vitalícia equivalente ao salário mínimo, onde muitas pessoas confundem esse benefício com aposentadoria. Atualmente, o menor valor de contribuição recolhido pelo INSS é de R$ 40,00, equivalente a 20% do salário mínimo em vigor.
Existem aqueles que preferem não contribuir para o INSS porque
não confiam no sistema previdenciário oficial. Exportações
perdem o fôlego Brasília -A balança comercial abriu o mês de julho com um superávit de US$ 346 milhões, elevando para US$10,744 bilhões o saldo acumulado no ano. De acordo com os dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, foram exportados entre os dias 1º e 7 deste mês um total de US$ 1,139 bilhão em produtos, e importados outros US$ 793 milhões. As exportações começaram a dar sinais de queda, o que pode ser um reflexo da valorização do câmbio no primeiro semestre. Por outro lado, as importações na primeira semana de julho tiveram a segunda melhor média diária registrada até agora em 2003.
Nos primeiros sete dias do mês, o Brasil exportou uma média diária
de US$ 284,8 milhões em produtos, o que representou queda de 3% em relação
à média registrada ao longo de junho, de US$ 293,7 milhões. Embraer
disputa concorrência nos EUA São Paulo -A Embraer vai participar da maior concorrência do setor de Defesa em desenvolvimento nos Estados Unidos. O programa destina-se a desenvolver uma nova geração de sistema de inteligência, vigilância e reconhecimento para o Exército americano. A companhia brasileira é candidata ao fornecimento de um número não revelado de exemplares da versão militar do jato Emb-145 que servirá de plataforma para o sofisticado conjunto eletrônico. A líder do consórcio é a gigante do setor de defesa Lockheed Martin, cujas vendas em 2002 chegaram a US$ 26 bilhões. Pelo menos duas divisões do conglomerado estão atuando na concorrência. Uma terceira corporação, o grupo Harris, também participa do empreendimento.
O valor total do negócio ainda não está definido. Aposentadoria
com 11 anos O trabalhador brasileiro que contribuiu por 11 anos consecutivos ou não para a Previdência Social até 24 de julho de 1991 tem o direito à aposentadoria por idades, desde que tenha atingido 65, se homem e 60 anos de mulher. A Lei de nº10.666 diz que para os segurados inscritos na Previdência Social até 24 de julho de 1991 o tempo de contribuição exigida para a concessão da aposentadoria por idade deverá obedecer à tabela progressiva estabelecida Lei nº8.213 que regulamenta a concessão de benefícios. Por essa tabela, o número de contribuições exigido para o trabalhador entrar com o pedido de aposentadoria por idade este ano é de 132 meses (11 anos). Esse número de contribuições sobe seis meses por ano até atingir 180 meses em 2011.
Assim, o trabalhador urbano que tiver 65 anos ou mais (homem)
e 60 anos (mulher), que tenha contribuído por 11 anos para a Previdência
Social poderá entrar com o pedido de aposentadoria por idade este ano.
Para os trabalhadores rurais, a idade mínima exigida é reduzida para
60 anos- homem e 55 anos- mulher. Rombo
de R$65,9 bilhões na Neste ano, o sistema previdenciário deverá registrar um rombo de R$ 65,9 bilhões. Diante dessa situação o Presidente Lula insiste em dizer que se nada for feito, no futuro não haverá dinheiro para pagar as aposentadorias. Faltarão recursos também para as outras despesas do governo, inclusive para honrar a dívida pública. E é exatamente nisto que os investidores estão de olho. A reforma previdenciária é necessária, assim o Brasil sai da zona de risco da moratória. Os benefícios de ter as contas arrumadas no presente e condições de mantê-las sob controle no futuro são inúmeros. A avaliação de risco melhora e, com isso, é possível cortar a inflação. É por essa razão que as reformas são apontadas pelos especialistas como a chave para um processo mais sólido de crescimento econômico. “É nas reformas que as indústrias estão olhando para decidir o melhor momento de investir”, disse a coordenadora da CNI.
A indústria brasileira precisa expandir sua capacidade produtiva.
Veja porque a mudança é importante: § Evita o colapso fiscal no país § Dá previsibilidade de longo prazo às contas brasileiras § Tira o Brasil da zona de risco de moratória da dívida § Reduz a avaliação de risco do país § Abre espaço para cortes nas taxas de juros § Cria um ambiente mais favorável ao investimento § Permite à economia crescer sem causar impacto na inflação § R$ 25 bilhões são déficit do INSS § Déficit na Previdência de R$65,9 bilhões (este ano) § R$ 40,9 são déficit da Previdência do Setor Público MOVIMENTO ECOLÓGICO TENTA ESCALAR
CÚPULA DO PODER GREENPEACE faz protesto antinuclear
no senado para lembrar dia do Meio Ambiente.
BRASÍLIA(AFP) – A polícia brasileira prendeu no dia 04 de junho
quinze manifestantes da organização não governamental Greenpeace, assim
como um fotógrafo da Agência France Presse, quando tentavam chegar à
cúpula do Senado para protestar contra a eventual construção da terceira
usina nuclear de Angra dos reis( Rio de Janeiro).
Os manifestantes do Greenpeace queriam sensibilizar os parlamentares
brasileiros para o perigo da construção de outra usina nuclear e convencê-los
a não aprovarem o projeto.
Os ativistas pretendiam estender uma faixa com o símbolo do perigo
nuclear na qual se lia a frase “Angra 3 Não”. Também queriam divulgar
a posição sobre o tema de cada um dos 10 integrantes do Conselho Nacional
de Política Energética (CNPE). A organização de defesa do meio ambiente
informou em um comunicado que escolheu o Senado para realizar seu protesto
porque, de acordo com a Constituição do Brasil, é ele que deve acompanhar
e vigiar o programa nuclear brasileiro. SITE-Os
principais projetos em desenvolvimento no Brasil com potencial de riscos
ambientais tais foram reunidos em um banco de informações on-line, lançado
no dia 04 de junho pelas entidades Amigos da Terra-Amazônica Brasileira,
Fundação SOS Mata Atlântica, Internacional Rivers Net-work (IRN) e Núcleo
amigos da Terra Brasil.
O site, Sinal Vermelho, vai avaliar e acompanhar a sustentabilidade
dos possíveis empreendimentos, com informações como histórico e impactos
socioambientais, além da relação de instituições financiadoras.
O banco tem dados sobre doze projetos, alguns dos quais estão
entre as prioridades tanto do Programa Avança Brasil 2000-2003 como
devem constar no Plano Plurianual 2004-2007. O lançamento aconteceu
durante o workshop em Administração Ambiental para Instituições Financeiras,
na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, pelo projeto Eco-Finanças,
da Amigos da Terra, que reuniu representantes de importantes agentes
financiadores como Unibanco, ABN Amro Bank, Itaú e banco do Brasil.
O site pretende alertar agentes financeiros, investidores, empreendedores,
funcionários públicos e a sociedade em geral sobre os riscos envolvidos
nesses projetos. Mais informações - www.sinalvermelho.org.br. BRASÍLIA
AMEAÇADA DE FICAR SEM ÁGUA BRASÍLIA
(AE) – Um estudo coordenado pela WWF-Brasil demonstra que a região do
Distrito Federal está sujeita a sérios problemas de abastecimento de
água nos próximos dez anos. O trabalho encontrou diferentes graus de
degradação nas oito bacias hidrográficas da região. Em uma delas, a
Samambaia, a degradação é bastante acentuada. O problema é fruto do
desmatamento, poluição, assoreamento e despejo de esgoto.
“Somente políticas públicas associadas à conscientização da população
podem reverter o problema”, avalia o coordenador do Programa Água Para
A Vida do WWF_Brasil, Samuel Barreto. Além da pesquisa sobre o estado
das bacias hidrográficas, a WWF fez um levantamento sobre consumo de
água entre a população do DF, em conjunto com o Ibope Opinião. MÉDIA
- A julgar pelo resultado do trabalho, a tarefa para melhorar as condições
das bacias será árdua entre os com maior renda. O levantamento mostrou
que quanto maior a renda e o nível de escolaridade, menor a disposição
de usar a água de forma racional. No Lago Sul, por exemplo, o consumo
médio diário por habitante é de 605 litros. Em Paranoá, cidade-satélite
próxima, o índice é de 99 litros diários. Essa média é inferior ao previsto
pela ONU, 200 litros por habitantes, por dia. “O trabalho mostra que
há um apartheid da água”, afirma Barreto. SITUAÇÃO
OCORRE EM OUTROS LOCAIS
A escolha de Brasília para os estudos é explicada por Samuel
Barreto: “É a capital do País. E sabemos que situações como essa também
ocorrem em outros locais”. Além de campanhas de conscientizar sobre
a necessidade de usar de forma racional a água, Barreto defende a implantação
de políticas públicas eficazes. LEI
DE RESPONSABILIDADE FISCAL A
lei de responsabilidade fiscal promete pôr um fim ao descontrole ao
gastos públicos. Entretanto, o significado da nova legislação é mais
profundo, mostrando o interesse da classe política brasileira em fiscalizar
o que seus pares andam fazendo. Agora já não basta prometer. É preciso
cumprir e com eficiência. Não
há lei nem constituição que possa pôr um freio na corrupção universal.
Embora possa parecer frase tirada de um discurso atual, essa afirmativa
é de Maquiavel, célebre filósofo florentino do início do século 15. Em
nosso país, a questão da corrupção nunca esteve tão em evidência. A
partir da constituição de algumas comissões parlamentares do inquérito
(CPIs do Orçamento, do Judiciário, do Narcotráfico, etc.) e ignorando
alguns momentos de puro show
pirotécnico com os membros dessas
comissões nos brindaram, diversas foram os fatos revelados, apontando
crime de sonegação, lavagem de dinheiro, malversação de recursos públicos
e de outras ilicitudes. A
sociedade esta exigindo das autoridades constituídas a punição dos culpados
pelos escândalos nacionais, sejam eles da área pública ou da empresa
privada. O
que se tira de positivo desses escândalos é que, finalmente, a sociedade
parece ter acordado para o problema, exigindo das autoridades constituídas
a punição dos culpados, sejam eles da área pública ou da empresa privada.
A
questão da corrupção deixou de ser apenas moral e se tornou um problema
estrutural no Brasil e no mundo, causando estragos de toda a natureza.
O professor Marcos Fernandes da Silva, da fundação Getúlio Vargas, ensina
que a corrupção está ligada à evolução das instituições e deve ser estudada
como um fenômeno econômico, uma atividade econômica que, tal qual o
crime comum tem custo para a sociedade. O
Brasil ficou 45º lugar no índice mundial de corrupção, posição semelhante
à da Malásia, Zimbábue e do Marrocos. É
por isso que o Brasil, numa relação de 99 países, está situada em 45º
lugar no índice mundial de corrupção, com nota 4,1, conforme pesquisa
feita pela Transparência Internacional, uma ONG que anualmente divulga
essa classificação envolvendo nações dos cinco continentes.Essa posição
é extremamente desconfortável para os brasileiros, quando se nota que,
juntamente com nosso país, encontram-se a Malásia, Zimbábue e Marrocos,
países que, inobstante o respeito que por eles devemos ter, não aceitamos
a eles nos equiparar, pela nossa óbvia superioridade econômica. Segundo
Eduardo Capobianco, presidente da recém-instalada seção brasileira da
Transparência Internacional, a corrupção afeta a decisão das empresas
antes de investir no Brasil. Essa afirmação é baseada numa pesquisa
feita por uma empresa de consultoria norte-americana cuja conclusão
identifica a corrupção como o principal fator que afugenta investimentos
estrangeiros em países emergentes. De acordo com pesquisa, 58% dos entrevistados
apontaram o problema como sendo o maior motivo para não se investir
na china. A questão da infra-estrutura ficou em segundo lugar, com 49%.
Com base nesse exemplo, dá para imaginar quanto o Brasil vem perdendo
em termos de investimentos estrangeiros. É
nesse cenário que surge a lei de Responsabilidade Fiscal. Os contadores
brasileiros, cônscios de sua responsabilidade na defesa da moralidade
e da cidadania, não poderiam ficar inertes diante desse movimento nacional,
porque acreditam que, ao contrário de outras normas até então editadas,
trata-se e uma lei que veio para ser efetivamente cumprida, para fazer
parte da cultura contábil e jurídica, para ser a base da atuação de
todos os administradores públicos. Trata-se de uma lei tão importante
para o país que não pode cair no esquecimento, não pode deixar de ser
cumprida por falta de regulamento, não pode deixar de ser observada
por administradores públicos nem por seus auxiliares técnicos. O
Conselho Federal de contabilidade, em parceria com instituto Ethos,
e com a colaboração da secretaria do Tesouro Nacional, está cumpri do
a primeira parte da sua missão ao criar um manual com os procedimentos
da lei. Num segundo plano a intenção do Conselho é realizar eventos
que possam alcançar os mais de 5.500 municípios brasileiros, as entidades
mais carentes dos ensinamentos propostos pelo Guia Contábil. A
lei de Responsabilidade Fiscal veio para ser efetivamente cumprida,
como parte da cultura contábil e jurídica e modelo da atuação de todos
os administradores públicos e de todas câmaras de vereadores. Mas
além do aspecto técnico, a lei de Responsabilidade Fiscal proporciona
aos contadores brasileiros uma excelente oportunidade de prestar um
relevante serviço á sociedade. Essa lei, entre outras imposições, obriga
os gestores dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, nas três
esferas de governo, mas principalmente nos municípios, a divulgarem,
inclusive pela Internet, seus balanços financeiros (origens e aplicações
de recursos) a cada três meses.Quem melhor que os contadores, de posse
dessas peças contábeis, para analisar r pedir esclarecimento, como técnicos,
e até denunciar os abusos se necessário, como cidadãos? Vamos todos exercer o nosso direito de cidadania, colocando os nossos conhecimentos em prol de uma causa nobre e justa, alistando-nos no exército da salvação nacional, como soldados no combate a essa chaga, tida como o mal do novo milênio. |
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