ITAPACI RECEBE CARNE DE
QUALIDADE
Recentemente foi inaugurado em Itapaci,
o mais novo e moderno abatedouro de gado bovino da região, o Maitá Abatedouro
Itapaci LTDA, graças aos empreendedores
Odilon Neto da Silva e Delson Jose Santos, que acreditam no futuro de
Itapaci e região, pretendendo investirem ainda mais neste novo empreendimento.
SERVIÇO DE INSPEÇÃO
ESTADUAL DE CARNE
No mês de junho passado deu-se início aos trabalhos de inspeção
de carnes junto ao Abatedouro Itapaci LTDA conhecido Maitá.
A Inspeção Estadual de Carnes no Estado de Goiás é desenvolvida
pela AGENCIARURAL, sendo a inspeção no Abatedouro Maitá a cargo do Médico
Veterinário Jarbas Gonçalves de Oliveira, do Escritório Local de Itapaci.
A inspeção tem por finalidade preservar a saúde dos consumidores,
garantindo o fornecimento de um produto livre de doenças e que tenha
sido manipulado e armazenado nas devidas condições de higiene e temperatura.
O trabalho de inspeção inicia-se com a inspeção dos animais antes
do abate, conhecida como inspeção ante-mortem, que consiste em verificar a documentação
sanitária, exigida para o transporte e comprovação de origem e vacinação
contra Febre Aftosa, verificação da ausência de sintomas clínicos de
doenças, o estado geral do animal, bem como o cumprimento de jejum de
no mínimo 8 horas. Após o abate dos animais e à medida que se faz a
esfola e divisão da carcaça em partes é realizado a inspeção póstmortem,
verificando toda a musculatura, órgãos e gânglios linfáticos observando
seu aspecto físico quanto a coloração, consistência e ausência de lesões
ou seqüelas de processos patológicos ou parasitários.
As carnes e órgãos apropriados para consumo são levados a câmara
fria, com temperatura inicial de –2ºC (menos dois graus Celsius) e armazenada
por um período de 14 horas quando são liberadas para transporte em veículos
com carrocerias isotérmicas, devendo chegar aos açougues de destino
em temperatura máxima de 7ºC (sete graus Celsius).
As carnes que apresentarem alguma restrição ao consumo e passíveis
de tratamento pelo frio são tratadas em túnel de congelamento capaz
de proporcionar temperatura de –20ºC (menos vinte graus Celsius), sendo
as outras condenações enviadas à destruição.
Dentre os problemas provocados pela ingestão de carnes não inspecionadas
se destacam: os processos infecto contagiosos como a tuberculose,
as intoxicações alimentares, provocadas por carnes contaminadas,
por falta de higiene ou mal conservadas, os processos parasitários,
principalmente pela cistircercose (solitária), que podem provocar distúrbios
nervosos irreparáveis, levando ao uso constante de medicamentos.
A forma mais eficiente de se manter a saúde é consumir alimentos
que tenham procedência e qualidade. No caso da carne pode ser verificada
pela presença de carimbo de inspeção e numero do Serviço de Inspeção
Estadual estampada no quarto traseiro, lombo, paleta e ponta da agulha,
bem como por estar resfriada e ser acompanhada por documentação expedida
pelo abatedouro.
O Abatedouro Maitá atualmente fornece carne para os municípios
de Itapaci, Pilar de Goiás, Santa Teresinha e Campos Verdes.
Vacinação antiaftosa atinge 70%
de Goiás
A
primeira etapa da campanha contra a febre aftosa imunizou 70% do rebanho
de 20 milhões de bovinos no Estado de Goiás. O balanço parcial foi divulgado
pelo secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Mário
Schreiner, no estande da seagro na Pecuária, ontem. Segundo Schreiner
foram comercializadas até agora 13 milhões de doses de vacinas, de 20
milhões já disponíveis, para uma previsão de
23 milhões de vacinas. O secretário disse que o número é bastante
positivo e não haverá prorrogação do prazo, que termina no próximo dia
31 de maio.
Quem não vacinar seu
rebanho será atuado e sujeito a multa de R$ 7 por cabeça e o dobro deste
valor, em caso de reincidência. O preço da vacina está entre R$ 0,92
a R$ 0,95 e pode ser encontrada com facilidade, segundo o secretário.
"Por isso não há motivo de prorrogação”, diz. A última campanha
atingiu 98% do rebanho, resultado bastante satisfatório, uma vez que
a OIE recomenda até 79%.
Controle
à Praga
Uma
parceria entre a Fundação de Incentivo a Agricultura do Algodão, Secretária
de Agricultura e Agencia rural firmaram um convênio para o controle
da praga do bicudo que atinge o algodão. O programa, que é pioneiro
em todo o Brasil, conta com recursos de R$ 150 mil e tem como arma principal
à destruição das soqueiras (sobra do algodão, depois dele colhido),
que é alimento para o bicudo.
O
secretário da Agricultura, José Mário Schreiner explica que foi montada
uma equipe com oito técnicos de Agencia rural para visitar as plantações
e orientar os produtores a destruir a soqueira, após 15 dias da colheita
do algodão.
Agrotóxicos
Consumo Envenenado
Entre 1988 e 1998, o crescimento da comercialização de agrotóxicos
foi oito vezes superior ao da produção nacional de grãos. A área cultivada
foi reduzida a 12,6% neste período. Segundo estudo da Universidade de
São Paulo (USP), a taxa de crescimento anual do consumo destes produtos
foi de 4% na América do Norte, 4,6% na Europa Ocidental e 5,4% na América
Latina.
No Brasil, entre 1993 e 1998, ficou em 6,7%. No ano passado,
as vendas em dólares, cresceram entre 7,4% e 8,2%, segundo dados do
Sindicato Nacional da Industria de Produtos para a Defesa Agrícola (Sindag)
e da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef). Nesse período, a
produção agrícola cresceu 10,2%, mas a área cultivada aumentou apenas
2,1% em relação a 1999. Inseticidas e herbicidas foram os produtos com
maior variação no consumo: 19% e 8% respectivamente. Entre os herbicidas,
houve antecipação nas vendas.
Inseticidas – Quanto
aos inseticidas o aumento foi ocasionado pelas boas perspectivas de
cultura de algodão, soja e milho. Para Ivan Sampaio, coordenador estatístico
do Sindag, a maior Tecnificação explica esse crescimento. O setor pretende
fechar 2001 com US$ 2,7 bilhões em comercialização de agrotóxicos, ou
seja, crescimento de 8%
em relação ao ano passado. Empresas produtoras de agrotóxicos evitam
falar sobre o incremento nas vendas durante a ultima década. A Andef,
por meio de sua assessoria de imprensa, remeteu às industrias a responsabilidade
de se pronunciar sobre o assunto.
Fronteira agrícola –
apenas a Du Pont e a Dow Agroscineces responderam, argumentando que
a variação acompanha o aumento da área e da produção. No entanto, levantamento
do engenheiro agrônomo Jose Alves Filho, pesquisador da divisão de agrotóxico
de uma fundação que trabalha com segurança e medicina no trabalho, a
Fundacentro, mostra que apenas no ano de 1993 a variação foi semelhante
– crescimento de 10,8% nas vendas, 9,5% na área cultivada e 11,4% na
produção.
Na serie histórica de Alves Filho nem sempre há vendas em quantidade,
mas em dólares – o Sindag tem esses dados somente
entre 1997 e 1999. No período de 1995/97, apenas a soja teve
esse crescimento (23,3% na área e 67,2% no consumo de agrotóxicos em
dólares), enquanto o milho registrou aumento de 35,9% no consumo e redução
de 18,7% na área. Ricardo Guimarães, diretor de vendas da Dow Agroscineces,
argumenta que o parâmetro para medir não é o mercado, mas o consumo.
Mesmo assim, diz que durante toda a ultima década houve crescimento
de área, alavancado pela soja. Este produto responde por um terço do
consumo de agrotóxicos. Estamos aquém do total de uso da tecnologia
disponível para maximizar o rendimento das terras”, explica Ricardo
Vellutini, vice-presidente de produtos agrícolas para a América do Sul
da Du Pont. Segundo ele, o aumento da produtividade esta diretamente
ligado ao uso de agrotóxicos. No entanto, Vellutini argumenta que atualmente
se usa menos em quantidade, por produtor, que na década passada, por
que os produtos são mais eficazes. “Enquanto houver fronteira agrícola
vai ter crescimento de consumo, diz.
Toxidade – O estudo
de Alves Filho mostrou que do total de produtos comerciais com uso permitidos
do País, 17,7% são do grupo classificado como extremamente tóxicos (grau
I). Entre os herbicidas, são 13,8%. Nos praguicidas, 24,8%. Nos fungicidas,
12,9% e nos demais, 9%. “Muitos agricultores preferem os mais tóxicos
porque são mais baratos”, avalia Alves Filho. No entanto, o diretor
da Du Pont argumenta que muitos destes produtos estão ficando obsoletos
e saindo do mercado.
Desenvolvimento –
Para Ricardo Abramovay, pesquisador da USP, sinal de desenvolvimento
é reduzir e não aumentar o uso desses produtos. Tanto é que, segundo
ele, são os menores produtores os que mais usam agrotóxicos. Segundo
Abramovay, paises desenvolvidos, como a Suécia, Dinamarca e Holanda,
tem investido em políticas que visam diminuir o consumo de agrotóxicos.
“Teremos repercussão no comercio internacional porque cada vez mais
vai se exigir produtos limos” argumenta.
O gerente de fiscalização de agrotóxicos e afins do Instituto
de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea), Josmar Teixeira
Neves da Costa, diz que hoje não se faz agricultura sem o uso de venenos.
Segundo ele, cultivar a soja em grande extensão é impossível usando
como critério a lavoura orgânica. A solução hoje, segundo ele, é o manejo
adequado de pragas. Deste modo, coloca-se o veneno somente quando não
há outra alternativa. Há, no entanto, experiências exitosas no País
com cultivo de soja orgânica.
Uma
horta, mais saúde
A
horta doméstica como chamamos, é este pequeno pedaço de terra ocioso
de seu quintal, onde podem ser cultivadas hortaliças, para o sustento
da família. Demanda pequeno espaço físico e gasto reduzido, esses produtos
podem contribuir decisivamente para a superação, ao menos parcial, do
déficit alimentar de nossa gente.
As hortaliças são conhecidamente,
grandes fornecedoras de vitaminas e sais minerais. Uma boa e sadia alimentação
deve ser composta de alimentos ricos destes nutrientes. O povo sabiamente
costuma dizer, e com razão, que as pessoas que comem regularmente frutas
e verduras, tem mais saúde e tornam-se mais fortes e resistentes às
doenças. Muitas pessoas, às vezes buscam, na farmácia e drogaria estes
suplementos alimentares, o que poderiam ter e bem mais barato - na sua
fazenda, no seu sítio ou mesmo no seu lote - ainda com mais paladar,
com a implantação de uma pequena horta caseira. A horta, além de produzir
as verduras necessárias para o consumo da família é também um embelezador
de seu quintal e o seu cultivo é ótimo passa-tempo e ótimo meio também,
de afastar o sedentarismo com a prática de exercícios físicos.
Para
começar uma horta, basta uma pequena área onde bata sol o dia todo,
plana, livre de cascalho e seca, com água disponível e de boa qualidade.
Deve dar preferência a locais próximos à residência. É bom lembrar também
que esta área deve ser cercada, a fim de evitar a entrada de pequenos
animais. Uma horta doméstica para uma família com 5 pessoas necessário
se faz uma área útil de 30 m2, ou seja, 5 x 6 m. A produção pode ser
o ano todo, basta para isso ter o conhecimento na escolha das variedades,
próprias para cada estação do ano e conhecimento mínimo também na condução
da atividade.
O
outono (março/junho) é a estação apropriada para se iniciar uma horta
para aquelas pessoas, com pouca experiência no ramo.
Além
de inúmeras vantagens na produção própria de nossas verduras, uma que
achamos interessante é o conhecimento da origem daquilo que estamos
consumindo.
Não é difícil encontrar alguma pessoa que tenha tido problemas digestivos
pela ingestão de hortaliças contaminadas por agrotóxicos ou mesmo por
água poluída, usada na irrigação.
Para
orientação na condução de sua lavoura, de seu pomar, de sua horta, de
seus animais, procure um técnico nas Unidades Locais da AGÊNCIA RURAL
de seu município.
Baltazar
José de Castro
Técnico em Agropecuária - CREA
Agência Rural - Itapaci - GO
Viver
sem Stress
Considerando o grande vilão da saúde no mundo atual, o stress
é a resposta para qualquer situação de desejo não atendido, às pressões
externas e internas do nosso organismo ou a qualquer fator que exija
de nós adaptação às mudanças. Os chamados “stressados”, além do desgaste
emocional podem ter a pressão alta, úlcera, dor de cabeça, e até doenças
mais graves.
De acordo com o médico cardiologista Sérgio Baiochi, combater
o strees não é tarefa difícil e o indivíduo pode começar seguindo uma
dica básica; saber que limites e encarar as situações que incomodam
da forma mais tranqüila possível. Ter qualidade de vida também é condição
imprescindível para evitar strees. O cardiologista afirma ainda que
morar em condomínios horizontais é uma grande vantagem. “Neste local
não pensamos em violência, estamos longe da poluição sonora, o clima
é agradável e totalmente favorável para atividades físicas e uma convivência
harmoniosa com a natureza, explica”.
Alguns mandamentos contra o strees:
1-
Os desejos são limitados, o seu tempo não; defina metas e prioridades
da sua vida.
2-
Você é responsável e senhor da própria qualidade de vida; defenda
seus direitos. Aprenda a ter trabalho e lazer, alimentação e jejum,
ação e repouso.
3-
Você é um só; faça uma coisa de cada vez. Tenha atividades e
relações relaxantes.
4-
Cuide de seu corpo; escolha alimentos saudáveis, faça atividades
físicas no mínimo três vezes por semana compatíveis com seu temperamento
e condições físicas.
5-
Cuide de sua mente; seja seletivo com o que lê e vê. Reduza o
hábito de assistir televisão e exercite sua criatividade com música
e artes em geral. Faça coisas que nunca fez, indo a lugares que nunca
foi.
6-
Que a sua casa seja um lar; um lugar acolhedor que receba ao
final de um dia cansativo, oferecendo-lhe conforto, calor à sua alma,
repouso e amorosidade.
7-
Conheça e respeite o outro; ouça com atenção, buscando compreender
o que o outro quer dizer. Aceitar e usufruir as diferenças é sabedoria.
8-
Amor, intimidade e sexualidade; cuide para desenvolver intimidade
com pessoas com as quais sinta afinidade. “O amor faz bem ao coração”.
9-
Centre-se e equilibre-se; todos os dias encontre um tempo para
esvaziar-se e estar consigo mesmo. Não seja escravo de si mesmo. Tenha
férias!
A
pressão alta pode ser controlada
São sinais de pressão alta: dores de cabeça, batidas aceleradas
do coração, fôlego curto, fraqueza, tontura, calor no corpo, dor na
nuca, canseira, dor no peito, escurecimento da vista. O melhor tratamento
para pressão alta é a limpeza do sangue través da lavagem, alimentação
natural e o repouso adequado. Também ajudam o suco de nabo e os chás
de folhas de abacate, quebra-pedra, cabelo de milho, folha de laranja,
raiz de alface e essência de alho. A falta de controle da pressão pode
ser perigosa.